Mercedes-Benz confirma o regresso do Classe G Cabrio
Tinha saudades do Classe G Cabrio? A Mercedes-Benz voltou a pôr este formato em cima da mesa para um dos seus modelos mais emblemáticos.
A confirmação surgiu numa publicação no LinkedIn assinada por Ola Källenius, diretor-executivo da Mercedes-Benz e presidente da ACEA. “Estou mais do que entusiasmado por partilhar que a edição aberta do Classe G vai regressar a praticamente todos os mercados onde estamos presentes, e, pela primeira vez, também vai ser lançada nos EUA”.
Pistas na imagem: silhueta e capota retrátil
Apesar de não terem sido avançados mais detalhes sobre o modelo, a imagem que acompanhou a publicação (na capa) praticamente não deixa margem para dúvidas: frente de linhas quadradas, para-brisas quase na vertical e uma capota retrátil que aparenta começar logo a seguir ao pilar A.
A inexistência de vidro lateral traseiro faz lembrar - ainda que apenas de forma vaga - o Mercedes-Maybach G 650 Landaulet.
E motorizações?
Sem dados oficiais, tudo aponta para que a gama de motorizações do Classe G Cabrio siga de perto a oferta do modelo de “carroçaria fechada”, atualmente disponível em versões a gasolina, a gasóleo e 100% elétrica.
No elétrico, o Classe G disponibiliza 432 kW (587 cv) de potência e 466 km de autonomia (WLTP). Já nas motorizações de combustão, a gama inclui um motor a gasóleo mild-hybrid com 367 cv e dois blocos a gasolina mild-hybrid, com 449 cv e 585 cv.
Quando chega?
A Mercedes-Benz não indicou um calendário, mas a estreia poderá acontecer já no próximo Salão de Munique, a 9 de setembro. A confirmar-se este cenário, o regresso do Classe G Cabrio ao mercado deverá concretizar-se em 2026.
E o Classe G mais pequeno?
Além do Classe G Cabrio, o diretor-executivo referiu também o regresso de uma variante mais compacta do Classe G, que já tinha sido anunciada de forma antecipada há dois anos.
“Lembram-se do Classe G mais pequeno que mostrámos há dois anos? Também está a caminho! Mantenham os vossos olhos abertos, é tudo o que vos vou dizer por agora”, afirmou Källenius.
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