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Toyota testa em Portugal o possível carro do WRC 2027 antes do Rally de Portugal 2026

Carro de rali Toyota GR Celica 2027 branco com detalhes vermelhos e pretos, estacionado junto a uma vitrina.

Portugal volta a receber, entre 7 e 10 de maio, uma das etapas mais emblemáticas do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC). Ainda assim, antes mesmo do arranque oficial do Rally de Portugal 2026, o nosso país já foi usado como pano de fundo para os primeiros testes do que poderá vir a ser o novo carro da Toyota para o WRC 2027.

Testes do protótipo Toyota para o WRC 2027 em Portugal

Nas redes sociais começaram a circular imagens e vídeos de um protótipo altamente camuflado a cumprir sessões de ensaio em estradas nacionais. Tudo aponta para um desenvolvimento já orientado para cumprir o regulamento técnico que entra em vigor na próxima temporada.

Atualmente, a Toyota alinha no WRC com o GR Yaris Rally1, modelo que utiliza desde o regresso oficial à competição, em 2017. Só que o automóvel “apanhado” em Portugal foge claramente a esse perfil: em vez de um hatchback, trata-se de um coupé. Ora veja:

Celica, és tu?

A ideia de o Celica regressar à gama da Toyota já não apanha ninguém desprevenido nesta fase. Aliás, o nome sob o qual deverá voltar já está registado: GR Celica.

E, olhando para a silhueta do carro que a marca japonesa trouxe para os troços nacionais, não seria surpreendente que o carro da Toyota para o WRC 2027 viesse a assentar no desportivo que deverá marcar o renascimento do Celica de estrada. Ainda assim, por agora, fica a especulação - só o tempo confirmará (ou não) esta possibilidade.

Regulamento WRC 2027: o que muda

Até ao momento, a Toyota é o único grande construtor que assumiu publicamente estar a desenvolver um modelo alinhado com o novo regulamento técnico do WRC. Esse conjunto de regras entra em vigor a partir de 2027 e tem uma duração prevista de 10 anos.

As alterações foram pensadas para cortar custos e tornar a competição mais apelativa, tanto para os fabricantes como para preparadores independentes. Os futuros carros terão um teto orçamental definido nos 345 mil euros, deverão entregar cerca de 300 cv, vão recorrer a um chassis tubular e passarão a utilizar alguns componentes da categoria Rally2.

Motorização sem eletrificação (para já)

No que toca à mecânica, o que se sabe é que, pelo menos numa fase inicial deste novo regulamento, não está prevista qualquer forma de eletrificação.


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