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Os seis híbridos plug-in mais baratos do mercado

Carros elétricos modernos de várias cores em exibição numa sala de showroom ampla e iluminada.

Os híbridos plug-in têm ganho espaço como solução intermédia rumo à eletrificação total. Ao juntarem a flexibilidade de um motor de combustão com a capacidade de circular em modo 100% elétrico em deslocações curtas - sobretudo em ambiente urbano - torna-se natural que cada vez mais marcas invistam nesta tecnologia.

A variedade disponível também não pára de aumentar, com propostas em praticamente todos os tipos de automóvel e segmentos. Nos modelos mais recentes, a autonomia em condução totalmente elétrica já consegue, em alguns casos, ultrapassar os 100 km no ciclo combinado WLTP.

Mesmo assim, o preço continua a pesar muito na decisão de compra. Muitos híbridos plug-in mantêm-se acima dos 50 mil euros, mas existem opções mais em conta. Reunimos aqui os seis híbridos plug-in mais baratos do mercado, todos com preço base inferior a 45 mil euros.

Volkswagen Caddy (híbrido plug-in) - desde 33 682 euros

O Volkswagen Caddy é o único monovolume deste guia. A primeira geração surgiu em 1978, mas é a quinta - apresentada em 2021 - que mantém a designação Caddy à venda.

Construído sobre a plataforma MQB, comum a vários modelos do Grupo Volkswagen, o Caddy pode contar com um conjunto alargado de sistemas de segurança e apoio à condução. Entre eles estão o controlo de velocidade adaptativo com função Stop & Go, o assistente de manutenção na faixa e uma solução de condução semiautónoma de nível 2.

Na variante híbrida plug-in (gasolina), o Caddy disponibiliza 150 cv (110 kW) de potência máxima, apoiados por um motor elétrico de 85 kW (116 cv). A bateria de 25 kWh permite anunciar até 118 km de autonomia 100% elétrica em ciclo WLTP.

A gama inclui duas carroçarias: a mais curta, com 4500 mm de comprimento e 1816 mm de altura, e a Maxi, com 4853 mm de comprimento e 1818 mm de altura.

MG HS - desde 37 969 euros

O MG HS é, por agora, o único híbrido plug-in (gasolina) da marca britânica e, de forma interessante, destaca-se como uma das propostas mais acessíveis no mercado nacional.

O sistema híbrido combina um motor 1.5 a gasolina com 143 cv e um motor elétrico de 135 kW (183 cv). Soma ainda um gerador de 110 kW (150 cv), cuja função é alimentar o motor elétrico. No total, a potência combinada chega aos 309 cv (227 kW), o que faz deste o modelo mais potente do nosso guia. Fique a conhecê-lo em detalhe:

A bateria tem 21,4 kWh, o que permite indicar até 109 km de autonomia elétrica (WLTP).

Por dentro, o MG HS apresenta dois ecrãs de 12,3″ (um central e outro no painel de instrumentos). De série, inclui 13 sistemas de assistência à condução, como travagem automática de emergência, assistência de controlo de velocidade, sete airbags e câmara de 360 graus.

Com 4655 mm de comprimento e 1644 mm de altura, a bagageira do MG HS oferece 441 litros de capacidade.

Peugeot 308 - 38 510 euros

Para quem quer um automóvel mais compacto, o Peugeot 308 pode ser uma opção equilibrada. Mede 4367 mm de comprimento e 1441 mm de altura, e a bagageira pode chegar aos 361 litros.

Em 2025, o Peugeot 308 recebeu uma atualização relevante na versão híbrida plug-in (gasolina). O motor 1.6 PureTech a gasolina manteve-se, com 150 cv (110 kW) ou 180 cv (130 kW), mas a componente elétrica foi revista.

Passa a existir um novo motor elétrico de 92 kW (125 cv) e uma bateria com 17,2 kWh. Assim, o Peugeot 308 híbrido plug-in passa a apresentar 195 cv (143 kW) de potência combinada. Nesta configuração, a autonomia elétrica em ciclo WLTP atinge 85 km. Descubra todos os detalhes:

O habitáculo é dominado pelo i-Cockpit da Peugeot, que integra painel de instrumentos digital e ecrã central de 10″. No equipamento de série, sobressaem o controlo de velocidade adaptativo com função Stop & Go e os sensores traseiros de estacionamento, além de vários outros elementos.

Opel Astra - desde 39 990 euros

Embora tenha uma identidade visual própria, o Opel Astra é, na prática, o «primo» alemão do Peugeot 308.

Isto porque o compacto alemão utiliza a mesma plataforma (EMP2) e recorre ao mesmo motor 1.6 PureTech a gasolina, disponibilizado com 150 cv ou 180 cv, conforme a versão.

Em conjunto com um motor elétrico de 81 kW (110 cv), o Opel Astra apresenta 180 cv (132 kW) ou 225 cv (165 kW) de potência máxima - sendo esta última reservada à versão GSe, de aspeto mais desportivo.

Onde o Astra perde «pontos» é na autonomia. A bateria tem 12,4 kWh e, no ciclo combinado WLTP, permite até 60 km em modo elétrico.

No interior, o Opel Astra recorre a dois ecrãs de 10″ e assume um desenho mais convencional do que o 308. Ainda assim, mantém botões físicos para funções como o ar condicionado e o rádio. No equipamento de série, há destaque para os sistemas de ajuda à condução (ADAS) e para o controlo automático dos máximos, entre outros.

Volkswagen Golf - desde 40 817 euros

Se o MG HS lidera em potência neste guia, o Volkswagen Golf e-Hybrid destaca-se pela autonomia elétrica: anuncia até 143 km, suportados por uma bateria com 19,7 kWh (úteis).

Após a atualização mais recente, o Golf passou a utilizar o motor 1.5 TSI. A potência combinada pode variar entre 204 cv (150 kW) na versão e-Hybrid e 272 cv (200 kW) no mais desportivo GTE. Conheça todos os detalhes:

No exterior, o Golf apresenta uma nova assinatura luminosa, mas é no habitáculo que surgem as mudanças mais evidentes. O ecrã central foi renovado e cresceu para 12,9″, passando a fazer parte do equipamento de série. Entre outros itens, inclui ar condicionado automático de três zonas e câmara traseira.

BYD Seal U DM-i - desde 41 495 euros

A fechar a lista, regressamos ao formato SUV com o BYD Seal U DM-i. Este modelo recorre a um sistema híbrido plug-in que junta um motor a gasolina de 1,5 l e um motor elétrico. Em conjunto, debitam 160 kW (218 cv) de potência máxima e 300 Nm de binário.

A capacidade da bateria e a autonomia elétrica variam consoante a versão: 18,3 kWh e 80 km, ou 26,6 kWh e 125 km, respetivamente.

Por fora, partilha com o Seal a estética e a linguagem de desenho “Ocean Aesthetics”. Já no interior, aproxima-se mais do Han e do Atto 3, com dois ecrãs: um para o painel de instrumentos (12,3″) e outro para o sistema de infoentretenimento (15,6″).

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